O que é história? Uma pergunta sem respostas exatas, definida, mas com muitas perspectivas.
Assim não podemos ter nessa geração a história definitiva, mas podemos usufruir da história convencional, mostrando pontos que alcançamos entre uma e outra, porque todo problema tem probabilidade de solução.
Acton, comenta da convicção positiva da autoconfiança límpida Sir George Clark, 60 anos mais tarde, repercute a perplexidade do ceticismo atendido da geração beat.
A teoria empírica do conhecimento separa completamente o sujeito do objetivo. Fatos com impressões sensórias são independentes do observador e de sua consciência.
A escola empírica realizou um trabalho intensivo para se obter uma definição sobre o fato, que descreve: “Fato é dados de experiências distintos das conclusões”, resumido “senso comum”, da história onde podemos encontrar disponíveis em documentos, nas inscrições assim por diante.
Mas Acton queria obter um resultado mais simples, onde em sua carta aos colaboradores deixou claro suas exigências, que satisfizesse os alemães, franceses e ingleses.
Primeiro devemos acerta os fatos, para depois correr o risco de interpretar,esse é o conhecimento da escol IMPIRICA e,do senso comum da história.por isso lembre-se: “os fatos são sagrados ,a opinião é livre” .
Lembrando que nem todos os fatos do passado são fatos históricos ou tratado por todos os historiadores. Qual é o critério que distinguem os fatos da história e de outros fatos do passado.
Fatos históricos, de acordo com o senso comum ,são os fatos básicos que são os mesmos para todos os historiadores ,que forma a espinha dorsal da história.
Mas essa maneira de ver merece duas observações: em primeiro lugar, não são fatos como esse que interessam primordialmente a todos os historiadores.
Por exemplo: o fato, a Batalha de Histings aconteceu em 1066.
Claro é importante saber, também não se deve errar nessas coisas; quando esses pontos são levantados ,lembra-se de Housman de que “a exatidão é um dever ,não uma virtude”.
Porque se trata de uma condição do seu trabalho ,mas não é sua função essencial.
Por isso,que para assuntos desse tipo,há as “ciências auxiliares”da historia,dentre elas encontram a arqueologia,epigrafia,numismática,cronologia e outras.
Segundo observações é que a necessidade de estabelecer esses fatos as básicos, repouso não em qualquer qualidade dos próprios fatos, mas numa decisão a priori do historiador.
Assim é comum dizermos que “fatos falam por si”, mas não é verdade, porque quem decide os fatos que vão vir em cena é o historiador e, vai decidir a ordem e o contexto também.
Podemos definir assim que o historiador necessariamente é um selecionador, para chegar a um status em um fato histórico dependera da interpretação que é um problema, porque ela entra em todos os fatos de historia.
Hoje ainda, há pouca distinção entre os fatos da historia e ouros fatos sobre o passado desaparecem, porque os poucos fatos conhecidos são todos fatos da historia, por isso tem sido vista como um grande quebra-cabeça, porque ainda faltam muitas peças.
Os fato das historia medieval ou antigas conhecidas hoje, forma descobertas e selecionados pólos cronistas da nova geração ,por que se ocupam mais profissionalizante com a teoria e a pratica da religião m,que consideram-no de extrema importância e registravam tudo em relação.
O homem medieval era extremamente devoto, se verdade ou não, não se sabe, mas está idéia é indestrutível, porque todos os fatos que dão base a essa idéia foram pré-selecionados, por essas pessoas que acreditam nisso e, queriam que outras acreditassem.
Especialistas medieval, pode contar com um conjunto de fatos históricos selecionados através de um longo processo ,tendo a dupla tarefa de descobrir os poucos fatos importantes e transformá-los em fatos de história e, com o resto descontar porque são insignificante não históricos.
O que eles faziam é extremamente oposto da heresia do século XIX, segundo o qual a história consiste na compilação de um numero máximo de fatos irrefutáveis e objetivos.
Qualquer um que entrar nessa heresia vai se sentir obrigado a fazer algumas escolhas, terá de desistir da história, por ser um mau negócio ou terminar num hospício.
Ainda no século XIX, havia um fetichismo de documentos que eram sacario do templo dos fatos. Para o historiador respeitoso aproximar se dele era necessária inclinar a cabeça e falar em tom reverente; porque se esta nos documentos é verdade.
Esses documentos contêm: decretos tratados, registros de arrendamento, publicações parlamentares, correspondência oficial, cartas e diários particulares.
Mas antes de serem decifrados não tinha valor nenhum ,porque é papel dos historiadores decifrar ,depois se processado,antes de poder fazer uso dos deles e,esse uso se faz é o processo do processamento.
Porem, os documentos, não nos contam o que aconteceu,mas sim,o que Stremann pensou que aconteceu ou queria que outros pensassem ou,o próprio gostaria de acreditar que tivesse acontecido .
O que e história?No século XIX,foi para os intelectuais da historia ocidental,um período confortável transpirando confiança e otimismo ,sendo ,que os fatos eram satisfatórios ,porque era fraca a questão da perguntas e respostas;porque Ranke acreditava que quem deveria responder era a Divina Providencia e cuidaria do significado da historia,tomando conta dos fatos.
Os historiadores Britânicos acreditavam que a historia não tinha significado, acreditando que seu significado era implícito e evidente por si próprio.
Ainda no século XIX, a visão liberal da historia tinha uma finalidade a doutrina economia do laissez-faire- também produto de uma visão serena e autoconfiante do mundo.
Crace declarou que toda história é “História Contemporânea” dizendo que a história consiste em ver o passado, com olhos do presente e, a luz de seus problemas sendo o trabalho o principal do historiador, avaliar e não registrar.
Um ato passado para o historiador pode estar morto, a não ser que possa aprender o pensamento que está, por trás, desde que “toda história é história do pensamento”.
Algumas criticas revelam certas verdades:em primeiro lugar,os fatos nunca chegam a nós “puros’’,porque não existem nem podem existir numa forma pura:por que eles ,são registrados conforme mente do registrador.
Porque quando você ler um trabalho de um historiador procura saber o que se passa na mente dele, caso não consiga o defeito é seu ou dele. De um modo geral, o historiador vai atingir a meta dele que quer, porque a história significa interpretação.
O segundo ponto é a necessidade de imaginar e compreender a mente das pessoas com quem esta lidando e o pensamento que conduz seus atos e não “simpatia”,com receio que simpatia possa significar concordância implícita.
A história ela jamais pode ser escrita a menos que o historiador possa atingir algum tipo de contato com a mente daquele saber quem esta escrevendo.
O terceiro ponto é que podemos analisar o passado com os olhos do presente atingindo uma compreensão, porque o historiador pertence a sua época e se liga a ele pelas condições da existência humana.
A função do historiador não é amar o passado ou emancipar –se do passado mas dominar e entender para melhor compreensão do presente, essas considerações citadas acima ,em forma de criticas é da visão da historia para Conllingwood.
Não podemos ter a interpretação como fundamental, porque é completamente objetivo, porque qualquer um pode ser bom quanto a outra e,na historia ,não é assim em principio não é responsável pele interpretação objetiva.
Mas não significa que ela em princípio que ela deva eliminar a interpretação, que é o sangue vivo da história.
O historiador começa com uma seleção provisória de fatos e uma interpretação também provisória,a partir da qual a seleção foi feita tanto pelos outros quanto por ele mesmo.enquanto trabalha ,tanto a interpretação e a seleção quanto ordenação de fatos passam por mudanças sutis e talvez parcialmente inconsciente ,através da ação mutua de uma e outra
Essa ação mutua também envolve a reciprocidade entre presente e passado, uma vez que o historiador faz parte do presente e os fatos pertencem ao passado.O historiador e os fatos históricos são necessários um ao outro.
O historiador sem seus fatos não tem raízes e é inútil,os fatos sem seus historiadores são mortos e sem significado.Portanto,minha primeira resposta “Que é História?” é que ela se constitui de um processo continuo de interação entre o historiador ,e seus fatos , dialogo interminável entre o presente e o passado.